quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Aguentar com paciência.
É sem duvida um texto lindo, cheio de alma e muito carinho. Percebo a sua mensagem, e sem duvida que faz eco cá dentro.
Ele diz:
"É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguem antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada."
Eu pergunto:
- Até onde deve a paciencia chegar?
- Até onde devemos aguantar a dor?
- O que é que é preciso aguentar?
- Como é que se aguenta a dor sem sem ouvir conselhos nem procurar por escapes e alternativas?
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Amo-te Amor.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
KARMA.
Karma. Todos falamos de Karma: ou referimos o nosso ou exploramos o de alguém.
Karma. É a explicação que encontramos para aliviar um fardo que temos de carregar.
Karma. Também é sinónimo das não coincidências.
Eu penso muito nos meus Karmas: tento entender situações difíceis de resolver. É a minha lógica para tudo menos explicável e confesso que me dou bem com isso. Alivia as minhas dores, ajuda-me a ser paciente e a acreditar que em breve algo será mais simples.
Ultimamente tenho pensado no Karma mas noutra perspectiva, não somente no que temos para resolver mas no que estamos a criar para uma próxima vez. Nem tudo de mau ou difícil que nos acontece é Karma, ou seja, somente da nossa responsabilidade. Muitas coisas que nos acontecem e com a qual não sabemos lidar, são-nos alheias naquele momento. O difícil é realmente perceber a diferença.
De qualquer forma, com Karma ou sem Karma todos temos limites: não podemos permitir maldade gratuita e nalguns casos deixar de viver surpresas boas que a vida nos oferece.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Controlar ou não controlar, eis a questão.
Controlar pressupõe confiar e confiar é acreditar - a pergunta que se segue é: acreditamos em nós? Acreditamos que estamos a fazer as coisas certas para chegar onde queremos?
Acreditamos no que os outros nos dizem?
Acreditamos no que os outros nos fazem?
Acreditamos que também temos direito ao bem-bom?
Acreditamos que a vida é mesmo bela?
É com certeza muito difícil praticar aquela teoria do Go With The Flow que tanto se fala mas se começarmos por aceitar que CONTROLAR é uma ilusão, mais facilmente percebemos que o segundo seguinte pode ser tudo ou nada, pode ser bom ou mau.
Como já disse aqui, eu não percebo nada disto nem sei como se faz. A única coisa que sei é que há muita coisa que não funcionou (nem me trouxe paz alguma) porque eu tentava controlar. Por isso, vou (tentar) praticar o exercício ao contrário: vou deixar andar, sem rédeas nem ilusões.
domingo, 26 de janeiro de 2014
Não sei amar.
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Soma de parcelas.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
O mau, o bom e o péssimo.
Quantas vezes é que chegamos à conclusão que aquilo que era mau afinal era bom porque algo de pior existe em certo momento das nossas vidas? Por exemplo, um chefe que achávamos que era mau, mas depois vem um pior e afinal não era assim tão dramático, ou um namorado que achávamos que era mau mas feitas as análises todas afinal a relação tinha pernas para andar?
Sem duvida que é importante termos os nossos objectivos e quereres bem definidos, mas há que sermos menos exigentes e preciosistas no que toca às relações interpessoais. Com facilidade os preciosismos podem tornar-se armadilhas nos momentos importantes das nossas vidas e o pior é nos apercebemos só quando algo de pior aparece - e aí lamentamos porque já vamos (muito) tarde.
Vou com certeza tentar usufruir mais o momento e projectar menos para o ideal, porque ao fim e ao cabo, ideais não passam disso mesmo: IDEAIS.

